sexta-feira, 25 de setembro de 2009


Beja é uma cidade portuguesa, capital do Distrito de Beja, na região Baixo Alentejo, e pertencente à NUTS III Baixo Alentejo[2], sedia a Diocese de Beja, com cerca de 21 658 habitantes.[3]
É sede de um dos maiores municípios de Portugal, com 1 140,21 km² de área e 34 776 habitantes[1] (2006), subdividido em 18 freguesias. O município é limitado a norte pelos municípios de Cuba e Vidigueira, a leste por Serpa, a sul por Mértola e Castro Verde e a oeste por Aljustrel e Ferreira do Alentejo.


Crê-se que a cidade foi fundada, cerca de 400 a.C., pelos Celtas[4] ou mais provavelmente pelos Cónios, que a terão denominado Conistorgis, e que os Cartagineses lá se estabeleceram durante algum tempo. As primeiras referências a esta cidade aparecem no século II a.C., em relatos de Políbio e de Ptolomeu.
Com o nome alterado para Pax Julia, foi sede de um conventus (circunscrição jurídica) pouco depois da sua fundação, teve direito itálico e esta cidade albergou uma das quatro chancelarias da Lusitânia, criadas no tempo de Augusto. A sua importância é atestada pelo facto de por lá passar uma das vias romanas.
Os Alanos, Suevos e os Visigodos dominaram esta cidade depois da queda do Império Romano, tornando-a sede de bispado.
No século V, depois de um breve período no qual haverá sido a sede da Tribo dos Alanos, os Suevos apoderaram-se da cidade, sucedendo-lhes os Visigodos. Nesta altura passa a cidade a denominar-se Paca.
Do século VIII ao ano de 1162, esteve sobre a posse dos Árabes, designadamente no domínio dos Abádidas do Reino Taifa de Sevilha. No referido ano os cristãos reconquistado definitivamente a cidade. Recebeu o foral em 1524 e foi elevada a cidade em 1517.
Criado pelo Rei D. Afonso V de Portugal em 1453, o título de Duque de Beja foi atribuído ao segundo filho varão, até à instituição da Casa do Infantado, em 1654, pelo Rei D. João IV, tendo-o como base.
Actualmente, está a ser construído o Aeroporto Internacional de Beja, com o objectivo de captar investimentos estrangeiros. Crê-se que o Aeroporto vá fazer crescer a Cidade de forma considerável, estando os locais na expectativa em melhores dias de vida que daí possam advir.

7 comentários:

  1. Ora viva Carlitos. Parabéns e agora tens nesta tua «obra» a possibilidade de reviveres a tua meninice, contando coisas desta tua terra natal (não te esqueças do Seminário, esses marotos que cada vez que lá te apanhavam...bem, tu sabes melhor do que eu).
    E essas Fotos tão belas que sei possues, olha, fico à espera.
    Não te esqueças que tens de actualizar diariamente. Um abraço.
    O Alentejo não tem fim!

    ResponderEliminar
  2. Já dizia a minha Avó: «quem porfia mata caça».
    Estou na expectativa do que vai daí sair.
    Um abraço

    ResponderEliminar
  3. Parece-me que vou escrever algo sobre os nossos tempos passados no Seminário, diga-se de passagem que era a horta mais a jeito para se adquirir fruta, por um preço irrisório, tinha que ser apanhada das arvores e isso não nos era pago........ no verão qdo os seminaristas estavam de férias dava-se um rico banho na piscina.........vida de pobre.

    ResponderEliminar
  4. Tudo isso foi muito giro, «não pagarem o nosso trabalho de lhes limpar as árvores de fruto».
    Mas, o que mais me custou, foi a «carga de porrada» que aqueles c... me deram quando me apanharam a jeito.
    Ora puxa lá pela «inspiração» e vamos a isto que se faz tarde.

    ResponderEliminar
  5. Sérá que é este Blog ou o seu autor que «está enguiçado»?
    É que não passa daqui..Porque será?
    Começou bem...e agora?

    Saudações Alentejanas

    ResponderEliminar
  6. Amigo do coração, partiste já já uns anos atrás e não conseguiste colocar aqui as nossas brincadeiras de Infância. Guarda-as até um dia em que possamos voltar a brincar juntos de novo. Sinto muito a tua falta!...

    ResponderEliminar