
Beja é uma cidade portuguesa, capital do Distrito de Beja, na região Baixo Alentejo, e pertencente à NUTS III Baixo Alentejo[2], sedia a Diocese de Beja, com cerca de 21 658 habitantes.[3]
É sede de um dos maiores municípios de Portugal, com 1 140,21 km² de área e 34 776 habitantes[1] (2006), subdividido em 18 freguesias. O município é limitado a norte pelos municípios de Cuba e Vidigueira, a leste por Serpa, a sul por Mértola e Castro Verde e a oeste por Aljustrel e Ferreira do Alentejo.
É sede de um dos maiores municípios de Portugal, com 1 140,21 km² de área e 34 776 habitantes[1] (2006), subdividido em 18 freguesias. O município é limitado a norte pelos municípios de Cuba e Vidigueira, a leste por Serpa, a sul por Mértola e Castro Verde e a oeste por Aljustrel e Ferreira do Alentejo.
Crê-se que a cidade foi fundada, cerca de 400 a.C., pelos Celtas[4] ou mais provavelmente pelos Cónios, que a terão denominado Conistorgis, e que os Cartagineses lá se estabeleceram durante algum tempo. As primeiras referências a esta cidade aparecem no século II a.C., em relatos de Políbio e de Ptolomeu.
Com o nome alterado para Pax Julia, foi sede de um conventus (circunscrição jurídica) pouco depois da sua fundação, teve direito itálico e esta cidade albergou uma das quatro chancelarias da Lusitânia, criadas no tempo de Augusto. A sua importância é atestada pelo facto de por lá passar uma das vias romanas.
Os Alanos, Suevos e os Visigodos dominaram esta cidade depois da queda do Império Romano, tornando-a sede de bispado.
No século V, depois de um breve período no qual haverá sido a sede da Tribo dos Alanos, os Suevos apoderaram-se da cidade, sucedendo-lhes os Visigodos. Nesta altura passa a cidade a denominar-se Paca.
Do século VIII ao ano de 1162, esteve sobre a posse dos Árabes, designadamente no domínio dos Abádidas do Reino Taifa de Sevilha. No referido ano os cristãos reconquistado definitivamente a cidade. Recebeu o foral em 1524 e foi elevada a cidade em 1517.
Criado pelo Rei D. Afonso V de Portugal em 1453, o título de Duque de Beja foi atribuído ao segundo filho varão, até à instituição da Casa do Infantado, em 1654, pelo Rei D. João IV, tendo-o como base.
Actualmente, está a ser construído o Aeroporto Internacional de Beja, com o objectivo de captar investimentos estrangeiros. Crê-se que o Aeroporto vá fazer crescer a Cidade de forma considerável, estando os locais na expectativa em melhores dias de vida que daí possam advir.
Com o nome alterado para Pax Julia, foi sede de um conventus (circunscrição jurídica) pouco depois da sua fundação, teve direito itálico e esta cidade albergou uma das quatro chancelarias da Lusitânia, criadas no tempo de Augusto. A sua importância é atestada pelo facto de por lá passar uma das vias romanas.
Os Alanos, Suevos e os Visigodos dominaram esta cidade depois da queda do Império Romano, tornando-a sede de bispado.
No século V, depois de um breve período no qual haverá sido a sede da Tribo dos Alanos, os Suevos apoderaram-se da cidade, sucedendo-lhes os Visigodos. Nesta altura passa a cidade a denominar-se Paca.
Do século VIII ao ano de 1162, esteve sobre a posse dos Árabes, designadamente no domínio dos Abádidas do Reino Taifa de Sevilha. No referido ano os cristãos reconquistado definitivamente a cidade. Recebeu o foral em 1524 e foi elevada a cidade em 1517.
Criado pelo Rei D. Afonso V de Portugal em 1453, o título de Duque de Beja foi atribuído ao segundo filho varão, até à instituição da Casa do Infantado, em 1654, pelo Rei D. João IV, tendo-o como base.
Actualmente, está a ser construído o Aeroporto Internacional de Beja, com o objectivo de captar investimentos estrangeiros. Crê-se que o Aeroporto vá fazer crescer a Cidade de forma considerável, estando os locais na expectativa em melhores dias de vida que daí possam advir.

Ora viva Carlitos. Parabéns e agora tens nesta tua «obra» a possibilidade de reviveres a tua meninice, contando coisas desta tua terra natal (não te esqueças do Seminário, esses marotos que cada vez que lá te apanhavam...bem, tu sabes melhor do que eu).
ResponderEliminarE essas Fotos tão belas que sei possues, olha, fico à espera.
Não te esqueças que tens de actualizar diariamente. Um abraço.
O Alentejo não tem fim!
vamos a ver s consigo.
ResponderEliminarJá dizia a minha Avó: «quem porfia mata caça».
ResponderEliminarEstou na expectativa do que vai daí sair.
Um abraço
Parece-me que vou escrever algo sobre os nossos tempos passados no Seminário, diga-se de passagem que era a horta mais a jeito para se adquirir fruta, por um preço irrisório, tinha que ser apanhada das arvores e isso não nos era pago........ no verão qdo os seminaristas estavam de férias dava-se um rico banho na piscina.........vida de pobre.
ResponderEliminarTudo isso foi muito giro, «não pagarem o nosso trabalho de lhes limpar as árvores de fruto».
ResponderEliminarMas, o que mais me custou, foi a «carga de porrada» que aqueles c... me deram quando me apanharam a jeito.
Ora puxa lá pela «inspiração» e vamos a isto que se faz tarde.
Sérá que é este Blog ou o seu autor que «está enguiçado»?
ResponderEliminarÉ que não passa daqui..Porque será?
Começou bem...e agora?
Saudações Alentejanas
Amigo do coração, partiste já já uns anos atrás e não conseguiste colocar aqui as nossas brincadeiras de Infância. Guarda-as até um dia em que possamos voltar a brincar juntos de novo. Sinto muito a tua falta!...
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